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sábado, 23 de março de 2019

Caminhoneiros se mobilizam para uma possível nova greve

O combinado pelo pelo governo passado não está sendo cumprido alega os caminhoneiros
data dessa postagem: 23/03/2019 as 21:32


As movimentações iniciais do que poderá eclodir em uma nova greve dos caminhoneiros estão sendo acompanhadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Presidência da República, a classe entende que os principais compromisso assumidos pelo o governo temer no ano passado não estão sendo cumpridos,os principais dados são de que neste momento o movimento não tem a mesma força percebida no ano passado, mais tem o temor de que os caminhoneiros possam se fortalecer e cheguem ao potencial explosivo da última greve, já dentro do palácio o objetivo é ser mais ágil e efetivo e não deixar a situação sair do controle, na semana passada, Wallace Landim, o Chorão, presidente das associações Abrava e BrasCoop, que representam a classe de caminhoneiros, teve reunião com o ministro-chefe da casa civil Onyx Lorenzoni. Landim também teve encontro com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e, na sexta-feira, 22, se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, Segundo Landim, os ministros disseram que, até a próxima semana, o próprio presidente Jair Bolsonaro deve se manifestar sobre os pedidos dos caminhoneiros. Na pauta de reivindicações da classe estão três pleitos. O primeiro pedido diz respeito ao piso mínimo da tabela de frete. Os caminhoneiros reclamam que as empresas têm descumprido o pagamento do valor mínimo e cobram uma fiscalização mais ostensiva da ANTT. A agência, segundo Landim, prometeu mais ações e declarou que já fez mais de 400 autuações contra empresas.

greve de 2018
O segundo item da pauta é o preço do óleo diesel. Os caminhoneiros querem que o governo estabeleça algum mecanismo para que o aumento dos combustíveis, que se baseia em dólar, seja feito só uma vez por mês, e não mais diariamente. Wallace Landim afirma que não é a favor de uma paralisação no próximo dia 30, porque acredita que o governo tem buscado soluções, mas diz que “o tempo é curto” e as mudanças estão demorando. “Não acredito que deva ocorrer greve no dia 30, mas paralisações não estão descartadas. Estamos conversando.”

A greve de 2018

Em maio de 2018 caminhoneiros do pais inteiro pararam o brasil reivindicando o seus direitos e para diminuir o preço do óleo dísel a maioria eram caminhoneiro autônomos mais teve empregados que também participaram do ato,  a greve de 2018 teve o seu nome batizado por " crise do diesel ", outras revindicações dessa greve era a isenção de pedágio de eixos suspensos,aprovação do projeto de lei 528 de 2015, criação de um marco regulatório para os caminhoneiros, a greve dos caminhoneiros de 2018 teve o o inicio no dia 21 de maio e teve o seu fim no dia 30 de maio com a intervenção de forças do Exército Brasileiro e Polícia Rodoviária Federal para desbloquear as rodovias.



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